"A cabeça sem sítio onde pousar a calma"
Mas será inevitavelmente na beira do mar, virada a SUL, de olho vigilante como ave.
Será o possível.
Entre o passado perto e o presente de cravos (re)lembrados, acertarei no (meu)chocolate do ano, o maior: lugar aberto ao vento e ao azul bem perto.