"Quando eu morrer
voltarei para buscar
os instantes que não vivi
junto do mar."
Sophia dá-me o pretexto: de quem me diz mais ou menos esta frase e se refere a mim (mar-como-eu); e das camélias que fui ver na sua antiga quinta do Campo Alegre, hoje Jardim Botânico. Considerações sobre o jardim, o barulho na auto-estrada que cortou a quinta... nem vale a pena.
Dizia o meu pai, que era mauzinho mas meio filósofo e autodidacta:
"As coisas são como são e não como elas se nos apresentam".
As camélias possíveis, até agora, deste ano trabalhoso:
Camélia pensativa, encostada à árvore...
A Camélia com o nome da poetisa:
O que me maravilha, além da diversidade delas: o posicionamento!
Promessas no Inverno
Lugares afectuosos como "alguns" tenho.