quarta-feira, novembro 25, 2009

Escritaria 3








Tantas sensibilidades, muita gente numa terra amável.

Saramago faz da escrita um lugar tão perto,
da infância, da nacionalidade,
dos sonhos e dos pesadelos.
Um passado sempre pensado em desejo de futuro.

(A Bíblia, que andava lá por casa com o Dicionário, o Tesouro das Cozinheiras e a História da Civilização, foi dos primeiros livros que li mal juntava ainda as letras).

Escritaria 2









Frase escolhida por José Saramago, para sempre inscrita numa rua medieval em letras metálicas:

"Gostaria de reunir em um só lugar, sem diferença de países, de raças, de credos e de línguas todos quantos me lêem e passar o resto dos meus dias a conversar com eles".

Um acaso não ser numa rua principal, num sítio visível?
Uma travessa de ligação ao largo principal - será que ele a pensou assim, a passagem?

Escritaria I












Caim, o desmancha-prazeres!

Foi mesmo o que lembrei, sorrindo com a ironia.
O avesso do livro.

Escritaria em Penafiel Out. 09










Arte e Natureza são das poucas coisas que me fazem vir à tona deste lago de interesses.

Nem pensar em polémicas que as há - que las hay - a propósito de tudo!

(não li nada sobre a estátua do crucificado Hitler, na Fil ou "feira de arte", não sei se terá sido adquirida por algum coleccionador imprevisto, levando ainda os dois ladrões-anões ... não ouvi nenhum debate sobre o mau gosto, muito menos vi a questão levantada por vozes religiosas indignadas; mas pronto! artes e interpretações serão mais ou menos pertinentes - e essa manifestação para mim, é impertinente. Logo, não a teria ouvido).

Mas o importante foi ter voltado a Penafiel, numa tarde de "Escritaria"!

terça-feira, novembro 24, 2009

Quinta da Aveleda IV











Encontrar flores e todas as cores,
recortes de jardim.
Nenhum Minotauro assusta neste labirinto.

E somem-se medos e perguntas, no simples prazer de "ver".

O resto que aqui não cabe em paciência, ficará "nas minhas coisas à solta"!

domingo, novembro 22, 2009

Quinta da Aveleda III











Do falar antigo das casas, das pedras e das madeiras.
Vidas passadas, senhoras de saias roçando o chão, guerreiros regressados.
Passear na Aveleda é ouvir todos esses murmúrios.