



De dentro para fora.
Do coração para a casa.
De fora para dentro, vermelhos surgem como apontamentos nas paisagens em que os olhos surpreendem o grito liberto.
No interior dos nossos pensamentos, ligados ao sangue e à vida.
Ao prazer, à juventude.
quinta-feira, março 04, 2010
Vermelho Interior
quarta-feira, março 03, 2010
Vermelho - GLC
Uma "doença" sazonal que não tem cura: os sintomas poderiam ser apaziguados com um quintal; e as minhas mãos, com elas.


Como o vermelho me chamou o seu apelo, acabei por escolher dezenas de apontamentos - que até desconhecia ter!
Pelo início do ano, dá-me sempre uma GLC ou uma GFC.
E é algo que me anima os sentidos, deixar passar as fadazinhas do Inverno, entre a chuva e o vento, o desalento e a espera.
(Grande Loucura de Camélias ou
Grande Febre de Camélias)
Vermelho
Palavra divertida e escolhida para o nosso convívio das 5ªs feiras, no PPP.
As fotos foram uma alegria, um brado, tal como a cor vermelha o pode ser.
A minha foi uma sequência de vinho verde-vermelho.
Duma tasca.
Num balcão onde falei com os homens encostados; que desfiam o seu alheamento, pontuado por olhares ao futebol como religião. E será preciso uma catástrofe, pelo menos nos vizinhos, para que o interesse desponte e logo se afugente em mais um gole.
"É a vida"... diz-se (como me revolto ao ouvir esta inevitabilidade sem discernimento do que pode mudar!).
Quando o vermelho da vontade não tem cor.
domingo, fevereiro 14, 2010
(tão)Amigos que somos
E antes que anoiteça
a noite
o dia
e se passe ao carnaval de todos os dias.
"bom dia, boa tarde, então?tudo bem?"
Quando apetece responder com um grunhido ou um grasnar.
Caretas. Bichos.
Então, gestos que qualquer ternura consente.
E se procura o sentido do tronco comum de alguns de nós.
Uns chamados "gestos de Lisboa" em que nos gestuamos às vezes em uníssono.
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
A Feira da Ladra

As curiosidades vivas
As especiarias e condimentos do Oriente
O colorido dos frutos conhecidos

Propostas de comer na rua...







No que eu "reparei" quando tirei a fotografia, já há que anos!
Casa Majólica (1898) com os azulejos de flores rosa, edifícios Arte Nova de Otto Wagner. Numa das ruas principais de Viena, onde a arquitectura é um prazer para os olhos, há um mercado de rua (das pulgas: Fleamarket ou Naschmarkt, ou simplesmente a Feira da Ladra de Lisboa ou de Vandoma, no Porto).
Foi precisamente pelo contraste dos belos edifícios e a urbanidade da venda pública que escolhi esta foto para o PPP: porque feiras/fotos ...há muitas; e paro em (quase, que das ditas "medievais" nem tanto) todas!!!
A palavra da semana era "feira" e registo alguns aspectos que recolhi na altura, sendo que é, assim, mais uma forma de recordar outros ambientes.
