domingo, maio 18, 2014

O falar

... das coisas.
Pedras e Lavandas, lugares de invenções e memórias.





Depois, o sol claro e o luar imenso.




Como diria a Julie Christie:
"Far from the madding crowd".

quarta-feira, maio 07, 2014

De todos os lugares/mares

"A cabeça sem sítio onde pousar a calma"









Mas será inevitavelmente na beira do mar, virada a SUL, de olho vigilante como ave.
Será o possível.
Entre o passado perto e o presente de cravos (re)lembrados, acertarei no (meu)chocolate do ano, o maior: lugar aberto ao vento e ao azul bem perto.



quinta-feira, maio 01, 2014

Dia(s) 1º de Maio(s)

Vêm à memória muitas frases, muitas alegrias de Maio.
Umas particulares, outras com muita gente.




Flores, portas a abrir para os olhos novos.

Havia, apenas, a esperança e era tanto!

"Era assim no tempo dos deuses? Entrelaçamos neste dia uma 
        grinalda de flores das cerejeiras da montanha."

"A História de Murasaki" de Liza Dalby, Edição Gótica, Lisboa 2001

terça-feira, abril 22, 2014

25 de Abril perto



Fizemos e passámos, por eles e pelos avós deles, impossíveis.

Temo-lo nas mãos ainda erguidas, agora no agora entregue aos filhos e netos.
Nunca deixará de ser a "Revolução dos Cravos".
Enquanto uma criança empunhar uma flor e um conhecimento, um livro e uma canção de Liberdade.

segunda-feira, abril 14, 2014

Inesperada

Ah... não há nada como o que se encontra belo na surpresa dos dias!
Quando mudam as vontades e é dia quatro do mês quarto em 2014. E se vive com as cores e os lugares que são, afinal, o apelo do espírito alerta.








"Donde veio? Enquanto eu pensava, a flor da manhã tornou-se 
       um nada comovente"

"A História de Murasaki" de Liza Dalby, Edição Gótica, Março 2001


domingo, abril 06, 2014

A Primavera

... vai e volta
sempre,
a mocidade vai
e não volta mais.

 "A Primavera põe luto mesmo no topo do mundo e o céu escurece
      com uma névoa preta de tristeza"

 "A História de Murasaki" de Liza Dalby, Edição Gótica, Março 2001.

segunda-feira, março 31, 2014

Brancas como nome

Ainda as camélias. As flores de Inverno.
Brancas, esta colecção delas.
Como resistiram à geada, a tanta chuva e vento?












Olhando-as "nos olhos", são todas diferentes.
Na fragilidade dos dias.

domingo, março 23, 2014

Sentindo

Fome. De flor.



Deste diálogo sempre novo.


quarta-feira, março 12, 2014

Hábitos de Inverno II

E, enfim, a cidade. Das maravilhas que sei, das casas abandonadas, dos horizontes cortados abruptamente pelos prédios sem remédio.
Este foi o lugar onde nasci e onde sinto uma aspereza que às vezes se adoça.
Com sentimentos conhecidos e camélias, também.