chegar o dia de:
abraçar uma criança que dorme,
sorrir da duplicidade,
ouvir música desconhecida
inventada numa cidade outra,
isolada a um canto de esquina.
A um canto de praia vazia.
"To be or not to be" this is still my question
chegar o dia de:
abraçar uma criança que dorme,
sorrir da duplicidade,
ouvir música desconhecida
inventada numa cidade outra,
... não como "conexões da net" mas como biscoitos e guloseimas que me aparecem.
Aqui, neste pequeno canto do mundo, entre o nevoeiro das amizades, talvez pouco aprofundadas mas algumas sendo suficientemente gratificantes, recebo os acenos de outras partes do mundo.
E como dizia hoje a Joel C., sento à mesa o 3º hóspede, a MORAL e as questões dela que me acompanham, desviando os olhos do caos.
(contudo a alma presa ao sofrimento e à alegria, à guerra e à paz)
Tudo em mim e comigo.
... um mês já era andado. A manhã de hoje também. Porque se corremos contra o tempo, não somos nós mas ele que corre à nossa frente.
***
O desafio era a sílaba "DA", no PPP da semana passada.
Os amigos que restam no convívio semanal, pensaram coisas tão diversas como Cidadania, Saída/entrada, Cada, Corda, Descida, Madrugada, Redonda, Dádiva, Renda.
Uma beleza!
Corre a vida numa roda - Carossel de feira, como gente.
Lembro uma canção:
"Por cada terra que passo
me espanta tudo que vejo,
o olhar que prende anda solto,
... das coisas.
Pedras e Lavandas, lugares de invenções e memórias.
"A cabeça sem sítio onde pousar a calma"
Vêm à memória muitas frases, muitas alegrias de Maio.
Umas particulares, outras com muita gente.
Ah... não há nada como o que se encontra belo na surpresa dos dias!
Quando mudam as vontades e é dia quatro do mês quarto em 2014. E se vive com as cores e os lugares que são, afinal, o apelo do espírito alerta.
... vai e volta
sempre,
a mocidade vai
e não volta mais.
Ainda as camélias. As flores de Inverno.
Brancas, esta colecção delas.
Como resistiram à geada, a tanta chuva e vento?