segunda-feira, outubro 05, 2015

Paris au mois d'août 5

Se junto aos principais museus e monumentos se vêem verdadeiros soldados, de metralhadora, equipados para "combate", perto dos lugares de partida/chegada, gares, estações de metro, olhamos o chão e perguntamos que género de pessoas ali vivem, ao monte, entre garrafas e plásticos. Que cheiro humano imundo. Que água é aquela que escorre lentamente nos passeios sujos, entre mendigos, sacos velhos e cães magros sem um polícia ou autoridade à vista.



Paris aparece-me agora como uma mulher esfuziante e luxuosa, de quem se aprecia a beleza e o porte, sem querermos entrar nos seus hábitos mais íntimos.

(por motivos óbvios, não fotografei caras nem artefactos militares... e deixo o maravilhoso ambiente de cultura e arquitectura, para outro apontamento).

domingo, outubro 04, 2015

Paris au mois d'août 4


... De afirmação e negação.
De espaço e confinamento. Olhamos e não podemos ignorar.









Somos todos europeus, uns mais que outros.

terça-feira, setembro 29, 2015

Paris au mois d'août 3

De tantas coisas fascinantes,
de tantas culturas cruzadas, Paris ficou-me forte em algumas imagens.
De beleza e não-beleza.






(devido a dificuldades "técnicas"... irei trabalhando as minhas fotos e congeminações sobre esta cidade que "era" o que foi; mas não foi o que senti)


quarta-feira, agosto 26, 2015

Paris au mois d'août 2

Levantar a manhã para o alto, para o céu aberto,

entre as nuvens de mudança,


como se existisse o paraíso dos anjos nas molduras velhas,

os caminhos do coração que nos levam do próximo ao próximo,
muitas horas e milhares de miragens depois, aterrar junto ao mar, o Atlântico, o largo mar da casa nossa.

sexta-feira, agosto 07, 2015

Paris au mois d'août

Sabia a canção de cor, Charles Aznavour.



"Pour te dire je t'aime
Aussi loin que tu sois
Une part de moi-même
Reste accrochée à toi
Et l'autre solitaire
Recherche de partout
L'aveuglante lumière
De Paris au mois d'août"

Como um sonho.

quinta-feira, julho 23, 2015

Para

...lembrar, again and again, no meio de tanto ruído mundano de vários ventos e marés, a minha cidade de eleição:

De longe e ao perto, das pequenas coisas avulso.

See you again.



sexta-feira, julho 10, 2015

Be free

"Lost
   on a painted sky
...You may find him
    If you may find him" 

Canção "Be" de "Jonathan Livingstone Seagull 1973" - Fernão Capelo Gaivota, cantado por Neil Diamond.



Era um amigo que já não tenho (que coisa, este era, tinha, havia...!)
Quando se (me) descobriu, falava nesta música.
Lembrei-o, uma vez mais, hoje.

segunda-feira, junho 15, 2015

Adiante no tempo - bettips em Maio 2006

Tinha uma ideia afastada, uns 6 ou 7, mas afinal são 9 anos passados desde que comecei (mais um sonho) este canto "azul" para escrever o que me ocorria e ver as minhas fotografias no écran, a condizer com as palavras, ou o que eu pensava delas, das fotografias ou das palavras. Apenas livro de passagem pelo ar.
Gente que veio ou ficou pelo caminho, (re)conheço-os quase todos.
Mudanças

Lugares vividos e vívidos

"Memórias de Adriano " e memórias imensas

Deixo as peónias, escolhidas entre outras das tantas flores que gosto.
Para mim, que ainda aqui estou.


Tal qual os golfinhos, ou as "toninhas" como lhe chamavam há que tempos, que vi este ano.
Também estão.

quarta-feira, maio 06, 2015

Espaço

Ora, 'bora.

Ver ver ver
sentir sentir sentir
Como diria Fausto "navegar, navegar...ir ao fundo e voltar"

Os peixes que fiquem sossegados, eu só os olho como sinais de vida; ou como-os, já morridos e bem temperados.

sábado, maio 02, 2015

Celebração

Tchim Tchim
ao nosso rio
ao Vinho do Porto


aos lutadores-fazedores dos socalcos de xisto e suor
aos interesses dos "bifes" ingleses que bem se regalaram durante os últimos séculos (a verdade é que se não fossem eles talvez ainda estivéssemos a exportar galos de barcelos e rosé)

Ao Alves Redol e à sua trilogia sobre o Douro, uma maravilha que descobri por M.
À lonjura dos lugares amados, aqui, ali, além.

Enfim e sobretudo, ao 25 de Abril e ao 1º de Maio, pela Liberdade. A que temos, a que saberemos conquistar, ainda e sempre.

domingo, abril 12, 2015

As vis(i)tas do Douro

Registo do Douro, o formoso.
Em tempo de Abril e ares transparentes das páscoas. Para que este país que somos, se inscreva no tempo e sinta orgulho dos seus lugares.










Tão longe dos jornais e televisões, há um outro pulsar: o da terra antiga.
Como um sorriso dos socalcos esperando os cachos coloridos: uma expectativa.

Este Douro-prata.