muito. O vôo das aves, as suas esperas, a sua atenção.
Para onde e como vão diferentemente.
Que planos têm. Todos os dias.
Ah... e as andorinhas, incessantes.
domingo, novembro 22, 2015
Apetecer...
quinta-feira, novembro 12, 2015
Vácuo
O silêncio da casa pesa como um isco (enganador).
Nem público, nem aplauso, nem actuação, poucos e breves intervalos.
De repente, toda a tua vida é um teatro de mudos e surdos.
terça-feira, outubro 13, 2015
O campo III
Uma aldeia lindíssima, abandonada.
Disseram-me que os velhos foram morrendo.
Ali ficou, no azul e dourado dos montes ermos.
Assim sinto este país tão bonito e em tantos sítios degradado, de gente, de horizontes. A reconstruir, com firmeza e vontade.
O que pensarão os nossos pastores de cabras e ovelhas, das conversações decorrentes no reino de Lisboa?
O campo II
Esta elaboração de fotos é mesmo para amantes de gatos!
Dizia eu hoje a uma amiga destartes amiga deles, como eu: perguntei a uma habitante da aldeia se deixavam andar os gatitos à vontade e se não matavam as crias (como ouvi dizer que faziam na cidade...). Disse-me ela que os "deixavam andar" porque assim não havia ratos!!!
Sabedoria ancestral.
Encantei-me com a variedade das raças e o à vontade deles, parecendo bem tratados.
O gatinho e as azeitonas
Esperando decisões importantes!
sexta-feira, outubro 09, 2015
O campo
Como oposto a tanta divagação, de votos, abstenções, receios de "esquerdas", certezas de arcos governativos e de cotão, que tão bem conhecemos nos bolsos, presidentes em banho-maria...
vale a pena perder a vista e saber de outras coisas. Nem cultura, nem política, apenas recreio.
Deste pequeno país,
os lugares perdidos, as pequenas estradas entre os montes (os turistas de boas reformas, alemães, franceses, ingleses; mas disto não me apetece falar; nem pensar de como o conseguiram),
sobretudo a riqueza dos pormenores da paisagem,
melhor dizendo, de romãs, frutos de rubis e coroas de rainha,
uma brisa na tarde, um moinho sem vento.
Notícias comezinhas de lugares adiados.