sábado, janeiro 16, 2016

Arredores de Lisboa

Descobrir lugares e nomes de que se ouviu falar e se leu: de repente dar com sítios do imaginário, de livros e referências mais antigas. Saber, olhar, sentir que o Tejo é aquele rio que dá luz, reflecte muito céu, quilómetros de céu na água.
Este é um dos meus grandes prazeres a seguir aos livros. "Chegar" a um lugar onde algo me espera e eu sei que gosto.



Ouro puro, reflexão de romance.
Cores do Oriente.


quinta-feira, dezembro 31, 2015

Fim de 2015

Não abandonei o primeiro meu lugar de reflexão.
Mas a clivagem dos dias e pessoas... assim um vértice, um gume, perdem-se rotas, calam-se esperas.

Porque sair e registar o que vejo em imagens tem-me feito "andar à solta" a voar. No lugar das coisas outras.
Sem pensar em futuro
que os anos agora
são breves,
flutuam. Pássaros cujo sentido só eles sabem. E não dizem.


sexta-feira, dezembro 11, 2015

Dezembro molengo

A última quinzena de Dezembro é sentida em sobressalto consumista.
Sair? Não se pode.
Comprar? O mínimo.
Ou vice-versa.

Tenham todos os que passarem ao largo um bom resto de mês.


Se se reparar nesta imagem de santa (Santa Maria do Perpétuo Socorro que bem precisamos dele, socorro, para eleições e tudo) o menino está com a sandalinha a cair do pé.
Esta é a graça da ingenuidade.
E só as crianças me empurrariam o Natal.

domingo, novembro 22, 2015

Apetecer...

muito. O vôo das aves, as suas esperas, a sua atenção.
Para onde e como vão diferentemente.
Que planos têm. Todos os dias.
Ah... e as andorinhas, incessantes.
















quinta-feira, novembro 12, 2015

Vácuo

O silêncio da casa pesa como um isco (enganador).
Nem público, nem aplauso, nem actuação, poucos e breves intervalos.
De repente, toda a tua vida é um teatro de mudos e surdos.


terça-feira, outubro 13, 2015

O campo III

Uma aldeia lindíssima, abandonada.
Disseram-me que os velhos foram morrendo.
Ali ficou, no azul e dourado dos montes ermos.



 





Assim sinto este país tão bonito e em tantos sítios degradado, de gente, de horizontes. A reconstruir, com firmeza e vontade.






O que pensarão os nossos pastores de cabras e ovelhas, das conversações decorrentes no reino de Lisboa?

O campo II

Esta elaboração de fotos é mesmo para amantes de gatos!
Dizia eu hoje a uma amiga destartes amiga deles, como eu: perguntei a uma habitante da aldeia se deixavam andar os gatitos à vontade e se não matavam as crias (como ouvi dizer que faziam na cidade...). Disse-me ela que os "deixavam andar" porque assim não havia ratos!!!
Sabedoria ancestral.
Encantei-me com a variedade das raças e o à vontade deles, parecendo bem tratados.










O gatinho e as azeitonas


Esperando decisões importantes!