





Quanto gostaria de lá ser, estar, ficar, permanecer, continuar...
Vejo abóboras que se transformam em coches sob estrelas límpidas.
A casa. Recebe os últimos raios de sol. Fundo, um risco de azul-mar.
Tê-la, mantê-la para o meu silêncio ou canto.
Tê-la, mantê-la para o meu silêncio ou canto.
Para que fosse chegada a Primavera esvoaçante ao pensamento.
E perceber, dia a dia, a rebentação tímida das folhas em secos ramos.
Sem ter que falar. Obrigada.
Sem ter que falar. Obrigada.
Ouvir em vendo.
























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