terça-feira, abril 09, 2019

Sílaba BI

No desafio do início deste mês de Abril - que os meses correm depressa - a sílaba escolhida Ao Jeito de Cartilha foi "BI" e, como sempre, surgem-me palavras e ideias, umas mais toscas que outras...!
Participei com Biblioteca. Esta, pela sumptuosidade elaborada, foi a minha preferida. É claro que, sendo fora de casa, a minha mente divaga e os olhos/fotos querem prender o espanto e o gosto de observar coisas novas que, certamente, não voltarei a ver. Está integrada no belo edifício do Rijksmuseum, em Amsterdão, construído em 1885 por Petrus Cuypers. De que apenas registo um fugidio olhar porque a multidão se acumula nas lentes, por todos os lados!


Ei-la, a Biblioteca, uma das maiores do mundo (arte e história)




Outra das ideias era "um bicho", um simples caranguejo na sua toca, na praia
ou o maravilhoso Bilhete de Identidade que tenho do meu avô Antero

Passeando como percorrendo pontes, encontrei o Bizarro Pescador (assim me pareceu a fotografia) a tentar apanhar o sol poente com as redes

segunda-feira, março 25, 2019

O ano 2019 com camélias IV

Os Vs: Vila e Vistas. Vislumbres.
As decorações, muitas vezes de uma ingenuidade artificial evidente e pondo em destaque a "moda dos guarda-chuvas" que se vêem por tudo quanto é festa, tinham, ainda assim, camélias naturais. E as notas de cor são bonitas. Tudo o que seja o apelo e a ligação às maravilhas da Natureza é bem vindo!






O Rio da Vila, afluente do Tâmega, com parque de lazer arborizado junto à água 







Pelo fim de tarde, o monte "farinha" iluminado



Escultura de António Carneiro (1938-2017) "Estudo de Elipse", 1966.
Já lua entre geometrias






Se criança fosse... Curioso aproveitamento de materiais tão simples!

Camélias, arbustos ainda pequenos, nas ruas




Gostei da comemoração pois que se não fosse pelas flores teria passado sem (quase) parar.

O ano 2019 com camélias III

A ida e o horizonte deslumbrante do Monte Farinha, com o santuário de Srª da Graça, séc. XVIII. A edificação foi renovada, a pedra perdeu a "patine" do tempo sem ganhar a graça do nome, por isso o objectivo era mais subir e olhar "à volta".
O Monte Farinha, como um cone dela, isolado, destaca-se na paisagem, pequeno e solene, a cerca de mil metros acima do nível do mar.
Dado que é umas das etapas da Volta a Portugal, a estrada está, na surpresa da subida, muito arranjada e em certos sítios, larga.
Imagino o "longe" numa vista de 360 º, com o Alvão, o Marão, a Cabreira, o Barroso, o Gerês e as miniaturas das aldeias e vilas perdidas nas dobras dos montes.











O Rio Tâmega lá anda, encontrando caminho até Entre-os-Rios para chegar ao Douro.