... estes anos,
quase 500 vezes.
Com a brandura dos ninhos a esperança das aves
ainda por nascer.
Nem poemas nem dissertações:
apontamentos.
Das redes e dos bichos, das interrogações, das memórias.
Talvez um dia me volte só para o chão e me debruce nas flores
nas ervas;
atentamente
e nada disto tenha importância.
De maior.
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quarta-feira, maio 04, 2011
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