sexta-feira, março 09, 2012

Antes







Era uma vez uma ave comum.
Era uma vez uma presença habitual.

Era uma vez uma ave e um corpo que se afastaram
pelo céu-praia-terra adiante.
(chamava-se mãe e era o nome/chamava-se ave e era o vôo)

Se mais uma estrela brilha? Não sei mas gostava de acreditar.
Falta-me tempo, falta-me ar.
Vou para eles.

Ah... o tempo, dizem, o tempo.

10 comentários:

Maria disse...

Fabulosas as tuas fotografias.
O texto é triste, mas és tão tu...
Sei...

Beijo.

jrd disse...

E um constante e suave bater de asas vai prolongar em ti essa memória querida.
Um abraço fraterno.

mfc disse...

A fotogenia delas faz-nos esquecer do tempo que, inclemente, continua a passar!
Um beijo pelas tuas lindas fotos e palavras... e, claro, por seres como és!

heretico disse...

dorido. como voo de ave ferida.

beijo

lino disse...

Beijinho solidário!

Justine disse...

E o silêncio, e a ausência, e o voo...
Um abraço muito apertado

Lizzie disse...

So sorry!!!



"...
We are the stars which sing,
We sing with our light;
We are the birds of fire,
We fly over the sky.
Our light is a voice;
We make a road for the spirits;
For the spirits to pass over.
..."



(Canção de dança índia para quando as aves voam para tão longe que se transformam em estrelas.)



Um grande abraço.

Mar Arável disse...

Bjs tantos

sem mais palavras

Era uma vez um Girassol disse...

Bettips, presenteaste-nos com flores e árvores magestosas...
Camélias de todas as cores em fotos lindas! Obrigada pela partilha...
Chega a Primavera, é o renascer da natureza.Faz-nos bem à alma e não te quero triste...
Gosto muito deste poema!
Beijinho da flor

Era uma vez um Girassol disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.