domingo, maio 28, 2017

De cá do Sul

Deixar um olhar destes lugares
- onde certas coisas vão perdendo o sentido e a "patine" bela dos primeiros encontros. Já há mais de 6 anos??? que por cá se anda, terras, mares, aldeias.
Sinto-me de saída. Mas tembém o pensei, temerosa das coisas imprevistas, nos outros anos.
Um dia, se puderem e eu for velha-relhelha, que me tragam a olhar Monte Gordo, caminhar a direito pelo meio dos turistas... pelas vezes em que não pus lá os pés, nestes anos.

 




quarta-feira, abril 26, 2017

"Não"

Não é que não tenha (tantas) coisas a dizer/fazer.
Não as escrevo porque são demasiado evidentes, mesmo para 2 ou 3 pessoas que passem, por acaso. Com tanta informação cruzada e solta, muitas vezes nos/me chamam a atenção por coisas "escusadas"... e esta espécie de liberdade parece-me bastante facciosa.
Detenho-me nas mudanças enormes da cidade, mesmo o que julgava protegido, de lugares, por onde andei tantos anos. Melhoramentos? Nem por isso, há lugares completamente descaracterizados.
Um apontamento, apenas de passagem, do que num mês dei conta: o café Progresso será "gourmet", a Ordem do Carmo um hotel de 5 estrelas, uma casa com capela do séc. XIX é um wine-bar, o (meu)conhecido Conservatório aparenta ser um bnb ou coisa semelhante. Já há tempos tinha visto e lido sobre "A Brasileira".




É uma espécie de doença, ou dor, que me indispõe. O comércio desenfreado. O chico-espertismo.
Vejo e sinto o olhar: "os olhos das casas".

segunda-feira, março 13, 2017

Março marçagão

Lá se vão as camélias
e quase não as vi, este ano, só se sendo fortuitas as encontrei.




...ou de como se moveu o mundo. Ao contrário. Passagens.

quinta-feira, fevereiro 02, 2017

Flores de Lisboa

A minha flor, as minhas flores. De Lisboa ou "em".
Violeta, camélia, rosa.






Meninas todas e só uma, esperada e (já) de olhos atentos.
Pego-lhe ao colo como se fosse o mundo.


quinta-feira, janeiro 05, 2017

Lisboa e a luz

Entretanto, Lisboa de luz intensa neste Inverno.
Com o calor humano dos encontros; e a certeza de voltar breve.
Já amanhã: famílias, sim.
Sobe-se nos anos, mesmo com esforço.




De bonecas e brinquedos...

Danças e ritmos que nascem, aliás, nascerão outros




e o capricho da Arte Nova, renovação turística, com todas as suas virtudes (e defeitos). Mas vejo a beleza, os edifício vivos.
Não pago por os olhar.