terça-feira, fevereiro 20, 2018

PPP Fevereiro

A brincar, com reticências... entre fotografias,





meninos e meninas do futuro, o que eles inventam e nós nos perguntamos, se é paciência se é curiosidade, como aprendem,

o tempo vivo da juventude
os mares onde, apenas, flutuamos nas marés,

tempos revoltos 


 Quadriculamos a vida até ao fim, como a brincar...

quinta-feira, fevereiro 08, 2018

Camélias e Sophia de Melo Breyner Andersen

"Quando eu morrer
voltarei para buscar
os instantes que não vivi
junto do mar."
Sophia dá-me o pretexto: de quem me diz mais ou menos esta frase e se refere a mim (mar-como-eu); e das camélias que fui ver na sua antiga quinta do Campo Alegre, hoje Jardim Botânico. Considerações sobre o jardim, o barulho na auto-estrada que cortou a quinta... nem vale a pena.
Dizia o meu pai, que era mauzinho mas meio filósofo e autodidacta:
"As coisas são como são e não como elas se nos apresentam".

As camélias possíveis, até agora, deste ano trabalhoso:











Camélia pensativa, encostada à árvore...

A Camélia com o nome da poetisa:



O que me maravilha, além da diversidade delas: o posicionamento!





Promessas no Inverno




Lugares afectuosos como "alguns" tenho.

domingo, janeiro 07, 2018

Setembro 2006 - Janeiro 2018

Alguns continuam, com teimas e agrado.
Gosto de ver estas datas, 2017-2006  = 11 anos x 11 meses X 50 semanas mais ou menos. Isto é a minha matemática caseira e, tal como fazia com os números que me aborreciam depois dos 12 anos..., nem sei se a equação está bem formulada e muito menos vejo o número final!
Neste início do ano, a L. que tem um belo e jovem espírito, escolheu "Ao jeito de cartilha" a sílaba "Mu".
A minha menina pequenina faz mu-mu quando se fala em vacas ou bois!!! E foi o que lembrei... além de:
Mudéjar - a Ermida de Santo André, à entrada de Beja


Mulheres:
(dizendo sobre elas que são pilares, sacrifícios, horizontes, profundidades - and vanity)


Outras escolhas: muros, que sempre as pedras me prendem o olhar e perdem o pensamento




Esse, início do ano de 2018.
Na companhia de amizades pouco prováveis, dada (ou como diria ALAntunes "derivado") a minha descrença e solidão.


terça-feira, janeiro 02, 2018

Do fim do ano 2017

Foi o que (se) me (passou) lembrou, neste período de compras escusadas, comidas apressadas e demasiadas, gente aparentemente contente ou profundamente feliz. Voltar à simplicidade, às memórias que agora me parecem ENORMES.
O que escrevi há dois dias: em palavras, a uma amiga. E o que recebi, em imagens, de um amigo.
A lua brilha aqui em frente para mim, para nós, as que reflectimos um pouco do sol que nos coube.


No pensamento ou na palavra, na imagem ou na escrita.
Desta janela onde houve uma árvore que me dizia, contava, "das estações do ano".
A chaminé antiga... é do mesmo tempo, 40 anos, serão mais, mas creio que não irá durar muito: com as traseiras cegas, é daqui, dos reflexos possíveis, que vejo o adeus do Sol e o olá da Lua.


 
 Fotos de FM. no sítio deles, dos próprios quadros. Com gostos e vidas tão diferentes, desencontros, arranjamos um ponto de equilíbrio e de respeito por ideias diversas. Décadas de conhecimento e há (apenas) 18 anos que andamos a trabalhar firmemente nessa MEMÓRIA que temos em comum.



Do ácer negundo 2006

2008
2009

2013
Apesar da tua ausência, "minha árvore", ficas-me na ideia como o conto que contava ao meu filho "A Gaivota Remota ... que queria ir para o campo".