domingo, abril 12, 2015

As vis(i)tas do Douro

Registo do Douro, o formoso.
Em tempo de Abril e ares transparentes das páscoas. Para que este país que somos, se inscreva no tempo e sinta orgulho dos seus lugares.










Tão longe dos jornais e televisões, há um outro pulsar: o da terra antiga.
Como um sorriso dos socalcos esperando os cachos coloridos: uma expectativa.

Este Douro-prata.

4 comentários:

Mar Arável disse...

Por vezes basta um fósforo

e já é tanto

Teresa Durães disse...

sempre a terra antiga!

Justine disse...

A nossa terra-mãe, aquilo que ainda resta - enquanto o homem não a destruir...

heretico disse...

vibração telúrica
da alma em voo...