E pelas ruas fomos, procurando subir para o outro lado da vila, ao tal Moinho do Maralhas. Um único moinho recuperado e com outra vista de perder o fôlego, mais a história dele.
As lagoas das minas ao longe: o minério lava-se com água.
Da poluição das terras, não falarei, também porque tudo me parecia bem dimensionado, longe da povoação e verde, muito verde.
A um canto, o espanto do lixo, dos azulejos sem idade.
Ali estava, do outro lado, a Ermida de Nª Srª doCastelo
e os campos pintados como Van Gogh
Harmoniosa, tão harmoniosa...
A paragem para um refresco e um café, na vila posta em sossego.
Há as terras, há os caminhos, há cantos esquecidos que nos ficam em recordação doce.
Aljustrel me fica assim.