... onde encontro a oração, a praga dos meus tempos.
Deste mês de perdas.
Nas batalhas dos silêncios - tantos se calaram - e nas guerras de ausências - tantos saíram.
Levo este Maio comigo,
e murmuro o que me (re)tiraram e o que foi apagado.
Nem uma lápide de bronze ou pedra chegaria.
Nem o resto da vida devolvida.