.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
A partir dum Verão qualquer, encontrei um grupo: que se preocupava com plantas, flores, árvores, cidades sem elas.
Era o tempo da calçada tradicional da Av. dos Aliados ser retirada, levando canteiros e jardins; e a propósito dessa avenida - incaracterizada agora - os conheci.
Nas raízes deles descobri - e explorei - este mundo virtual, de trocas afectivas, de alertas, outros olhares de simplicidade, sem negócios à vista.
Três pessoas quase anónimas, imensas: a Maria, o Paulo, a Manuela.
Publicaram dois livros sobre o amor - das árvores, da cidade, do Porto. E desde 30 de Junho de 2004 que nos dão os seus diversos olhares pela Natureza.
Ontem percebi que o tempo de visitar o correio das notícias no "Dias Com Árvores" (http://dias-com-arvores.blogspot.com/) ia acabar.
Fiquei com uma pena imensa. Que nem se explica. Até agora, vinte e tal pessoas lamentaram: uma gota de água de gente num oceano de conhecimentos.
A tarde que há um ano reuniu algumas dezenas de pessoas, a pé num caminho de alegres saberes, pela Cordoaria e Palácio, ficou registada.
Deixá-la-ei aqui como agradecimento a esses Amigos: pela sua generosidade militante, pelo autêntico serviço comunitário que nos prestaram.
Todo o tempo é finito: quereríamos que o que é bom durasse mais.
Ou se multiplicasse.
Quem ainda nos levará, pela mão que pensa, à inocência das coisas da terra?
Ou se multiplicasse.
Quem ainda nos levará, pela mão que pensa, à inocência das coisas da terra?
.jpg)