Araucária- irmã da existente no Jardim da Cordoaria (plantada entre 1867/69).
Cedros, fetos gigantes e várias espécies de palmeiras.
Entre verdes, azulejos de ingenuidade.
quinta-feira, março 05, 2009
Árvores e azulejos da quinta
quarta-feira, março 04, 2009
Os românticos caminhos d'Allen
Jardins formais e jardins ao estilo inglês - para quem me conhece...só podia ser! -, que imitam a natureza, caprichosa nos seus caminhos de ramos e raízes.
Os cantos, lagos, esculturas e árvores centenárias num efeito sedutor para olhos cansados de linhas rectas.
Camélias IV
Algumas brotam e sorriem discretamente para nós (ah...repara como modesta sou mas preciosa no meu segredo de pétalas...).
É preciso pegar-lhes com delicadeza para as descobrir e sorrir-lhes entre as folhas de verniz.
Camélias III
As damas, de rosas e vermelhos vestidas.
Preferem os solos ácidos, húmidos e não suportam demasiada exposição solar. Por isso, são flores de excelência no norte do país.
Alfredo Amsinck Allen, filho de João Allen e jardineiro por paixão, adquiriu, e cultivou na sua quinta, muitas plantas exóticas de que oferecia exemplares aos seus amigos ou parentes.
Tinha também uma inestimável colecção e "criação" de camélias, tendo distribuído centenas de árvores por parques públicos e privados.
Camélias II
Tsu-ba-ki
Não é poético?
O nome da camélia japónica, trazida da China, Japão e outras dessas paragens, provavelmente pelos navegadores portugueses (séc. XVII).
Estas são as vibrantes e coloridas, hinos de Inverno.
Das Camélias várias I
Em tons de nácar ou pérola, as diferenças da brancura.
Há milhares de espécies de camélias identificadas e catalogadas, muitas delas com nomes portugueses!
"Thea sinensis" ou camellia sinensis, conhecida na China 2700 a.C. e de cujas folhas se fazia chá, é uma flor de pétalas simples, brancas e como seda amarrotada.
Imagino que Vénus tenha nascido numa concha colorida, entre estas cores e cores suaves.
(dedicado a uma amiga que gosta muito de flores brancas!)