terça-feira, janeiro 02, 2018

Do fim do ano 2017

Foi o que (se) me (passou) lembrou, neste período de compras escusadas, comidas apressadas e demasiadas, gente aparentemente contente ou profundamente feliz. Voltar à simplicidade, às memórias que agora me parecem ENORMES.
O que escrevi há dois dias: em palavras, a uma amiga. E o que recebi, em imagens, de um amigo.
A lua brilha aqui em frente para mim, para nós, as que reflectimos um pouco do sol que nos coube.


No pensamento ou na palavra, na imagem ou na escrita.
Desta janela onde houve uma árvore que me dizia, contava, "das estações do ano".
A chaminé antiga... é do mesmo tempo, 40 anos, serão mais, mas creio que não irá durar muito: com as traseiras cegas, é daqui, dos reflexos possíveis, que vejo o adeus do Sol e o olá da Lua.


 
 Fotos de FM. no sítio deles, dos próprios quadros. Com gostos e vidas tão diferentes, desencontros, arranjamos um ponto de equilíbrio e de respeito por ideias diversas. Décadas de conhecimento e há (apenas) 18 anos que andamos a trabalhar firmemente nessa MEMÓRIA que temos em comum.



Do ácer negundo 2006

2008
2009

2013
Apesar da tua ausência, "minha árvore", ficas-me na ideia como o conto que contava ao meu filho "A Gaivota Remota ... que queria ir para o campo".


2 comentários:

Mar Arável disse...

Equilíbrio na assimetria
Bom ano

M. disse...

Tempo de lembranças. Belas as fotografias dos anos que vão passando.