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Os espaços da comunicação.
Os peixes, as frutas, as gentes no seu linguajar antigo.
(Lembro o Mercado do Bolhão antes dos reis do plástico, da dinamização e das "beijocas" nas vendedeiras.
Sobreviverá às opiniões dos predadores que desumanizam a cidade e explusam as eco-pessoas?)
Por mais que discorde das javardices do poder, será que houve inteligência em manter estes nichos de mercado, onde a naturalidade se oferece a quem a estima?
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