sábado, dezembro 15, 2012

Na solidão escura, valem-nos




... os poetas!

"Às vezes, a noite, lava o silêncio,
enxuga, de água, o rosto do dia.

Com linho de sudário os anjos aram fino
a estrela de tília que cresce no céu.

Às vezes, à noite, os anjos adormecem,
no voo da luz, na lisura do vento."

Poema: Emanuel Jorge Botelho - Poeta açoreano, nascido em Ponta Delgada, 1950.

5 comentários:

Rosa dos Ventos disse...

Belas as fotos, belo o poema!

Abraço

Justine disse...

Belíssimo, Betty!
(e as tuas fotos são especiais!)
Saudades:))))

M. disse...

Vale-nos a beleza das coisas.

jrd disse...

Às vezes a noite (não) merece imagens tão belas como estas.

Abraço

Jorge disse...

E não é que as palavras se eclipsam?
Abraço.