... além de inquieto, como o sentia em Outubro.
Tenho andado um bocado retirada "dos palcos" espaciais, dos amigos.
Vou coleccionando "as minhas coisas soltas" com lembranças de férias e das pessoas que me vão desaparecendo.
A política actual é vergonhosa e ruinosa. Sinto uma dor, uma raiva: na verdade, sempre e activamente fui/sou contra ela. Atingem-me "os mercados", seja lá isso o que seja e o que me parece. Atingem-nos o direito ao presente e esmagam-nos o futuro. Na reforma, no aluguer, na luz, na saúde, na alface.
Não há medida que possa medir o vazio.
Nem música para os meus ouvidos.
Viver uma vida simples não é simples.
Tomara que os nossos medíocres tecnocratas/burocratas, a criadagem europeia, se sumissem por uma vez. E deixassem de nos amedrontar,
enquanto se amanham nas viagens e nos benefícios que vão acumulando.
A minha Vó dizia assim: que se amanhavam todos aqueles que viviam de habilidades para enganar os outros.
.jpg)