terça-feira, abril 13, 2010

"Coisificar"








Sentemo-nos então meu amigos
à sombra de árvores velhas
frente ao mar, frente a África
(onde correu e corre, cá e lá, o sangue nosso)
Sentemo-nos apenas serenos,
não coisifiquemos todas as coisas,
as relações, os sentimentos

(aos comentários dos meus amigos conhecidos: eu ia lá mas perdi-me por aqui:
hei-de voltar.)

21 comentários:

hfm disse...

Esperamos. Um beijo.

Maria disse...

Nunca coisifico...

Beijinho, Bettips.

segurademim disse...

... percebi que amuaste e vais arejar
ora muito bem, é uma óptima opção


sem amuos estou quase, quase a deslizar de partida para o velho continente

Era uma vez um Girassol disse...

Gostei...
Muito importante, sim!
Beijinhos da flor

Celeste disse...

Sento-me e aguardo que a sombra serena das velhas árvores me trga um pouco de paz...

jrd disse...

No encontro das 'coisas' nunca nos perdemos e voltamos sempre.
Abraço

heretico disse...

aguardemos então o momento em que todas as coisas se humanizem...

bom descanso.

beijos

Filoxera disse...

Sempre com excelentes fotos, os teus posts.
Entre prêntesis, a nossa imaginação voa.
Beijos.

artspotter disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Rui disse...

Andamos todos perdidos por aqui: entre coisas e lugares... sem saber ao certo aonde voltar. Beijo.

Filomena Barata disse...

As tuas coisas, nunca são "coisas" só.

WOLKENGEDANKEN disse...

As coisas em si nao tem significado nenhum, somos nos que damos significado positivo ou negativo, construimos felicidades e tragedias, mas tudo esta na mente ........

arabica disse...

Eu voltei a casa, espaço que nunca coisifico. E gostei. Deveras.

Um abraço meu.

Licínia Quitério disse...

Por aqui não te perdes. És. E ficas mesmo quando te esperamos.

Um abraço cheio de "coisas" boas.

paulo da ponte disse...

Venho aqui para partilhar um sentimento idêntico ao que espressou ao Blogue "À Babuja", com o Forte de S. João do Arade em fundo, que nos fará adivinhar a concavidade aquosa de Ferragudo. E esse sentimento de pureza perdida nas pregas do desenvolvimento fica-nos quase inexplicavelmente, como um travo estranho na garganta. Será que o tal barzinho era a "Nau", na praia Grande? É que já passaram alguns anos e eu só vivi aí até 1979, mas algumas imagens ficam para sempre.
Paulo (da ponte)

Anónimo disse...

Chegado de longe, sabe bem descansar, agora, sob as frondosas árvores, admirando o que suponho ser um belo exemplar de candeeiro de iluminação pública... Ou não será?
Abraço
jl

legivel disse...

As coisas que eu já vi
neste país singular;
desejei mas não parti
fiquei p´ra sempre chegar.

abraço com um sorriso poético.

legivel disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
dona tela disse...

ESTOU DE VOLTA. MUITO OBRIGADA POR TUDO.

M. disse...

E perdeste-te muito bem.

Alien8 disse...

Bettips,

Já me sentei, e que bem se está :)

Abç.