quinta-feira, dezembro 13, 2007

Visão do céu






(muito apropriada à época)

Mais um dos meus amores que tem a ver com a fotografia.
Prefiro um lugar à janela e faço-me sozinha em avião particular, suportando olhares indefiníveis perante o meu ar de aldeã que desceu à cidade.

Eu subo aos céus.
Saco da máquina às três pancadas e fico-me feita ave.

Esta uma visão encantadora da península de Tróia
- e Lisboa/Tejo
- e o Jardim e Basílica da Estrela (donde olho aviões no ar)
- e o parque Eduardo VII

(parque por onde tenho vagueado ultimamente, em memórias colectivas de cisnes, árvores, estátuas)

30 comentários:

jlf disse...

A vista lá de cima de relevos, rios e cidades é espectacular!

Ora, ora: se gosta de fazer fotografia, até a fazer o pino te deve dar gozo, quanto num avião!

abr

hfm disse...

Como gostei de ver! Paixão.

Rui Caetano disse...

Umas boas vistas, sim senhor.

ângela marques disse...

sortuda, poder voar ssim:) pena que não tenhas passado pelo nosso alentejo...
Bejo

Justine disse...

Que bela é a terra vista de cima! Deixamos de ver-lhe os defeitos, e aquilo que os olhos não vêem...

Spectrum disse...

Excelentes as fotos, excelente a legendagem. A fotografia aérea proporciona sempre excelentes momentos. Que a Bet soube capturar.
Abraço

madalena disse...

Tróia, pode contar as mais felizes histórias da minha adolescência.

Bom revê-la, sem torres. Obrigada.

Bj

Pitanga disse...

Também prefiro a janela do avião, mas não consigo fotografar. Quando chego é pela emoção, quando vou embora há sempre um nevoeiro nos olhos...

beijos e boa tarde

Jardineira aprendiz disse...

'aldeã que desceu à cidade'! E quem tem melhores olhos para o que os outros já não vêem?! Estou com um pouquito de inveja desse subir aos céus, já que às vezes aqui na terra os pés são tão pesados...

Obrigada pela boleia neste olhar!

Beijinhos

M. disse...

"olhares indefiníveis" dão jeito: não são definitivos quando com eles cruzamos o nosso olhar... Vantagem: dá para fantasiar a nosso favor, à falta de melhor...

M. disse...

E "o saco da máquina às três pancadas" é delicioso. :-) À maneira das crianças com a pressa da curiosidade. Gosto de imaginar a cena.

Mr. Lynch disse...

Bettips;
Na primeira e segunda fotografia... Por pouco via a minha casa... Quem sabe a acenar-te!
;-)
Bonitas imagens.
Na descolagem do avião o meu cérebro deixa de funcionar... Nunca pensaria em "sacar a máquina às três pancadas".
*

Maria disse...

Lindo, tão lindo.....
Obrigada.

Beijos

viajante disse...

Às três pancadas faz-se um texto-maravilha.
E visto lá de cima ainda fica mais bonito.

despertando disse...

E que poderá querer mais, uma mulher sortuda como tu, do que ter em todas as ocasiões uma máquina para partilhar connosco as aventuras do dia a dia?
Beijinhos

Maria P. disse...

Bonito este outro lado.

Beijinho*

rui disse...

Olá Bettips

Gosto desta forma desprendida, como descreves o momento em que viveste a experiência de fotografar lá do alto, cantinhos que tão bem conheces cá em baixo.

Beijonhos

Metamorfose disse...

Adoro fotografia, mas no avião não consigo, não simpatizo com o andar de avião, tenho claustrofobia. Mas as fotos estão espectaculares. Beijos

mena m. disse...

Ver com olhos de pássaro é realmente extraordinário!

Ver com os olhos da alma,uma característica tua!

herético disse...

belas as fotos. e o texto. e os vôos da memória da "estufa fria"...

tibeu disse...

Lindas fotografias, fiquei encantada e deliciada. Obrigadam este mundo virtual consegues dar-nos coisas emcantadores e uma partilha muito grande, não sendo eu uma jovem adoro este mundo.
Gostei imenso de todo este blog. parabens, passei pelo blog do Antõnio e cheguei aqui.
Votos de boas festas e um respeitoso beijo

maria carvalhosa disse...

Que bom chegar aqui e encontrar uma visão do céu, querida Bettips!

Tenho andado arredada. De tudo. De todos. Das escritas, das leituras, dos sorrisos aos amigos, dos comentários cúmplices, das piscadelas de olho. E, no entanto, nem por isso me abandonaste. Nunca deixaste de passar pelo meu sítio e manter a "chama acesa", com palavras de alento, de carinho, de Bettips!!! Fechada na minha concha, pareço ter ignorado todos esses sinais mas sei que não te deixas enganar... temos demasiadas afinidades para, de um dia para o outro, passarmos a ignorar-nos como duas desconhecidas. Lembro-me tanto de ti, amiga! Fazes-me tanta falta!... E, bem vistas as coisas, nunca nos encontrámos, sabemos bem pouco uma da outra, parece quase irreal que esta "alminha" possa albergar por ti sentimentos tão fortes, como se de uma irmã se tratasse (irmã de espírito, será isso?) Sei que é um "cliché estafado" mas também sei que sabes que sou autêntica quando afirmo que te quero muito bem.

Não quero voltar a sentir-me afastada (mas, inevitavelmente, sinto que uma de nós, de vez em quando se afastará... será para que o reencontro saiba melhor?)Gostaria de pensar que sim... mas estaria a caír no logro fácil... as relações entre as pessoas são mesmo complicadas, porque as pessoas são complicadas (eu sou, caraças!) e, na maior parte das vezes, ando a fazer exactamente o contrário daquilo que gosto, que me apetece... e deixo-me ir... até que, de repente, acordo. É verdade. Hoje devo ter acordado... (agora de madrugada, lol...) e senti que tinha que tomar uma atitude. Por causa do "trilho" da Teresa, achei que estava a deixar-me ir por caminhos cujos trilhos tortuosos ma roubavam a alegria de viver, de partilhar, de falar abertamente com uma amiga como tu, Bettips!

E pronto!

É a segunda vez que escrevo (da primeira desapareceu tudo). Tentei manter-me fiel ao primeiro discurso espontâneo mas haverá, certamente, diferenças. Além disso, fico irritada quando desaparece o que escrevi com o coração na ponta dos dedos mas, se não tentar re-escrever, fico ainda mais irritada. Enfim, mau-feitio, é o que é!!! ;)

Apetece-me agradecer-te mas não sei exactamente o quê. Talvez tu saibas...

Deixo-te com um beijo muito carinhoso e o meu sincero afecto (vá-se lá saber porquê!... lol ;) **

Até breve, Amiga.

Chat Gris disse...

A velha Urbe ainda é mais linda vista de cima, tens toda a razão!

Bichodeconta disse...

Ainda pensei que nesse céu, já se avistasse o pai Natal.. Queria pedir-lhe que enchesse de amor alguns corações, e desse paz a todo o mundo..Um beijinho, ell

un dress disse...

.m a r a v i l h O s O !!


a visão das aves! :)

david santos disse...

Passei para desejar-lhe um bom final de 2007 e um bom ano de 2008.

nana disse...

obrigada por este descanso
da minha terra....

:'o)




x

legivel disse...

... já tenho "pago" para ir á janela, quando há pessoal mais renitente. Mas a maioria das vezes não, que ainda há muita gente que detesta andar de avião. E se há coisa que eu goste mais, é mesmo de voar. E ver as cidades cá de cima num mapa vivo. Aquela voltinha para ganhar tempo de aterragem, Tróia-Tejo-Lisboa é sempre espectacular! Gosto menos da baixa altitude por altura da Praça de Espanha: parece que o "bicho" vai poisar no Teatro Aberto e já se distingue o lixo na rua...

abraço.

Ruela disse...

;)
Merry Christmas and Happy New Year

nnannarella disse...

Eu tenho pavor de descolar e não gosto de andar de avião. Não deve ser claustrofobia, porque adoro claustros...:) Maiolicados ou menos. Não imaginas a imensa felicidade que sinto nas aterragens. Acho que são esses momentos que nunca me fizeram adoecer de verdadeira fobia. Peço sempre "corredor", mas quando vou à janela acabo sempre por me deslumbrar. Como agora.:)