segunda-feira, abril 21, 2008

Ilha - A despedida










Esquecendo atropelos, tempos de mau tempo, frustrações.

Na terra que é nossa deixamos mais dinheiro que o turismo que vêm com "pacotes económicos" à procura de mesuras atlânticas.

Despedir na mansidão dos bichos e lugares.

Ah... as ilhas-pedra femininas que me parecem vidas de outras vidas conhecidas!

18 comentários:

Justine disse...

E fechas o ciclo com imagens de esculturas e de animais, que nos podem transmitir igual ternura e emoção.
Obrigada pela partilha da viagem

jawaa disse...

As tuas imagens deixam um sabor a viagem apetecida.
Infelizmente, como dizes, é mais barato viajar para o estrangeiro que na nossa própria terra (por enquanto...)!
Abraço
PS - Estas letras desgraçadas infernizam os meus comentários, daí ter acabado com elas no meu blog. Afinal não nos imunizam dos comentários de virus...

mena m. disse...

Na hora da despedida tudo se parece ter aninhado, a pedra-mulher, o gato o cão, os canteiros...
Só os pássaros não.
Os reais acenam-te enquanto o metálico te leva de volta...

Lindo tudo isto!

Adorei viajar contigo!

Beijinho

PS. Concordo inteiramente com a Jawaa, estas letras são muito chatinhas!!!

bettips disse...

As chatinhas das letras...pela noite dentro é que são elas! Digo por mim... Mas, em abraço com as amigas Jawaa e Mena, fiz uma tentativa para as tirar, tipo limpar os pés ao entrar nas casas. (Espero que não me aconteçam aquelas coisas terríveis, duelos e traições que vejo e sinto por aí!).
Foi um gosto, uma exagerada(mente) à solta!
Bjs

Maria P. disse...

Perdi-me na "tua" ilha! Lindíssimas imagens:)

Beijinho*

viajante disse...

Despedidas são sempre tristes.
Mas as belezas que viste e tão bem retratas ficam na memória.
(apesar de Jardim, que agora ouvi, querer ressuscitar a AD...)

M. disse...

"Despedida": palavra linda e ao mesmo tempo tão triste. Pelo que significa de corte, umas vezes temporário, outras vezes para sempre.

Marta Ribeiro disse...

"Todas as prendas que me deste, um dia,
Guardei-as, meu encanto, quase a medo,
E quando a noite espreita o pôr-do-sol,
Eu vou falar com elas em segredo ...

E falo-lhes d'amores e de ilusões,
Choro e rio com elas, mansamente...
Pouco a pouco o perfume do outrora
Flutua em volta delas, docemente ...

Pelo copinho de cristal e prata
Bebo uma saudade estranha e vaga,
Uma saudade imensa e infinita
Que, triste, me deslumbra e m'embriaga"

Adicionei-te o teu blog aos que leio e apresio...
Serás sempre bem vindo (a)

~pi disse...

ser bicho

animal

ser tudo:

todas as tardes em

todos

os

lugares



~

herético disse...

bichos e lugares...

belos!

(teimo em gostar dos humanos)

Barqueira disse...

O teu pavão é bem mais bonito que os meus e... eu nem saí daqui. Dá graças á Vida por essa sorte. :)

Bjs

herético disse...

Minha querida amiga

o teu blog é muito belo. os teus textos e foto são sempre inteligentes e sensíveis. é com gosto que aqui venho. sempre.

no meu comentário não houve, portanto, qualquer propósito de te melindrar ou de qualquer forma apoucar o teu belíssimo post...

mas fizeste bem em reagir. serei mais cauteloso futuramente nas minhas palavras.

aceitas um beijo

jlf disse...

Isso: as flores, as árvores, a natureza...

(Desta vez não me deste descanso)
(Mas eu corro por gosto)

un dress disse...

formas em gestação é o que me ocorre.

como se fossem breves desabrochando estranhas flores

em lugares imprevistos...



~



beijO

O Profeta disse...

Uma ilha é sempre um lugar especial...


Doce beijo

Filoxera disse...

Que maravilha! Tantas e tantas fotos tão bonitas.
A fazer-me recordar as férias que passei na Madeira há uns anos.
Beijos.

Sophiamar disse...

Destas viagens resultam sempre fotografias lindas, independentemente do estado do tempo.
Desta vez , trazes-nos bichos lindos e paisagens igualmente belas. O hábito.

Beijinhossss

Maria Filomena Barata disse...

Obrigada por partilhares o teu olhar.